terça-feira, 16 de setembro de 2008

Prescrição de exercícios

1. Objetivo do aluno: deve-se ter a sensibilidade de perguntar e/ou perceber o objetivo do aluno durante toda a prescrição, para ajudá-lo a definir suas metas.

2. Condição Física: conscientizar o aluno da sua atual condição, mas sempre motivando-o e explicando o porquê da importância da evolução do treinamento, para atingir objetivos e para trabalhar com segurança.

3. Disponibilidade de Tempo: de nada adianta uma programação extensa e detalhada, se o aluno não dispuser de tempo para cumpri-la. Cabe aí, o bom senso e a pergunta chave seria: o que é prioridade ?

4. Gosto pessoal: é de extrema importância adequar o que você tem em mente para o aluno, ao gosto pessoal dele. Temos que motivá-lo à prática de atividades físicas, acima de tudo, buscando saúde e não apenas estética.

O processo de se “ganhar” o aluno, vai depender do seu trato com ele, do seu conhecimento teórico e segurança para transmiti-lo. Lembre-se, que por mais que as avaliações pareçam sempre iguais, não é assim. Os procedimentos, rotinas dos testes e informações básicas dadas, são as mesmas, mas estamos lidando com pessoas, cada uma diferente da outra, com suas ansiedades, receios e problemas (tanto físicos como emocionais). Portanto se você em algum momento desmotivado, pare e repense, pois provavelmente esqueceu-se disto e não está realizando o seu trabalho adequadamente.

Nem todas academias têm esta filosofia de trabalho na Avaliação Física. Muitas vezes são realizados os testes, sem orientação nenhuma. É entregue ao aluno uma pasta cheia de dados, sem análise, sem orientação. Aí está o grande diferencial do trabalho que presto em academias e no consultório. Cada caso é analisado minuciosamente, para o momento em que o aluno chegar até o professor este já esteja com o programa detalhado, explicado e entendido. Portanto o serviço que presto não é Avaliação Física somente e sim, Avaliação e Orientação Física!!

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